Os Ferreiros de Minha Terra

21 mar

 

OS FERREIROS DE MINHA TERRA.

Lá quando eu era menino,
Ouvia como se fosse sino
Uma pancada finhinha,
Queria saber de onde vinha,
Pois, era o dia inteiro,
Era um rojão sem roteiro,
Era um negócio esquisito,
Mas, no fundo era bonito
Por trás da casa de Bila
Em um dos quartos da vila
Tinha o ferreiro Benedito.

Era um homem sem raiva,
Familia pacata, dos Paiva,
Era irmão de Joatão,
Homem de bom coração,
Que também era ferreiro
Trabalhando o dia inteiro
Fazendo chibanca e enxada,
Acordava de madrugada
E com o alfoge a arder
Na bigorna e bater
A ferramenta trabalhada.

Tinha o ferreiro Zé Limeira
Era um mestre de primeira
Fazia até ferradura,
Era chefe em fechadura,
Fazia chave também,
Trabalhava muito bem
Na arte que Deus lhe deu
E como ele escolheu
Fazer tudo por inteiro
Foi sempre um bom ferreiro
Até o dia que morreu.

Tinha um que era animal
Igual a Professor Pardal
Tudo que via fazia
A oficina era uma agonia
Era peça prá todo lado,
Ele era mal humorado
E por demais inteligente
Era meio indiferente
Ao que passava no mundo,
Mas na arte era profundo
Dava prazer para a gente.

Seu nome era Zé Clementino,
Educado e muito fino,
Sua mesa tinha dois barrotes
Veio de Santana de Garrotes
E na esquina de tio Zú
Concorria com mestre Badú
Na arte do ferro malhar
Fazendo a peça moldar
Deixando como queria
Agradando a frequesia
Que ia para comprar.

Mas, tinha um mestre famoso
E eu me sinto orgulhoso
Porque dele vou falar,
Peço a Deus prá me ajudar,
Para eu não sair da linha,
Pois, o marido de Bilinha
Foi um ferreiro sem igual
Era um homem genial
Era um cidadão pacato,
Mestre Badú era sensato,
Ferreiro fenomenal.

Tudo isso eu vi em criança,
Guardo comigo a esperança
De em história transformar
E para os novos repassar,
De Itaporanga a história,
Que mesmo sendo simplória,
Relembra o nosso passado
Que poderá ser contado
Falando dos nossos ferreiros
Que foram os pioneiros
Nos meus versos improvisados.

Foto de Joao Dehon Fonseca.

Curtir

Amei

Haha

Uau

Triste

Grr

Comentar

Luiz Benedito.

20 mar

 

LUIZ BENEDITO
Luiz Benedito de Oliveira nasceu na cidade de Itaporanga, no dia 20 de março de 1935 e era filho de Pedro Benedito de oliveira e Martins de Sá, é primo do cantor e compositor Alventino Cavalcante autor da música “Canto da ema” gravada por Jackson do Pandeiro.

Viveu toda sua adolescência em Bonito de Santa Fé, onde aprendeu o ofício de alfaiate e deu os primeiros passos musicais. A música estava no sangue: quatro dos seus cinco irmãos também dedicaram-se à arte musical, entre os quais sargento Antônio Benedito (também já falecido e pai de Sandoval Moreno), regente da banda de música criada pelo prefeito de Itaporanga, Abraão Diniz, uma das primeiras do município.

“Na década de 50, entre 55 e 56, Luiz foi para o Rio de Janeiro, e lá trabalhou como alfaiate e também na música, se apresentou em várias rádios e fez muito sucesso lá”, comenta Sebastião Benedito, irmão de Luiz e também músico: “nesse CD que iria lançar tem uma marcha minha, e também tem música de Edmilson Pinto e Pedro Môco, e música dele próprio também”, completa Doba, como popularmente é conhecido, ao lembrar a genética musical da família, de onde saiu muita gente talentosa, e entre os mais famosos, ele cita o primo, que morou durante muito tempo em Itaporanga, Alventino Cavalcante, compositor do “Canto da Ema”, gravado por Jackson do Pandeiro.
Luiz Benedito é egresso do tempo das serestas românticas, das bandas de bailes e das orquestras de carnaval, que embalavam as ruas de Itaporanga. “Eu cantei com Luiz mais de 30 anos, e o que aconteceu só os desígnios de Deus pode explicar”, comenta o cantor e carteiro Nilton Mendes.
A geração musical de Luiz e Edmilson Pinto precede a de Radegundis, que é o grande divisor de águas. Com este, a música de Itaporanga deixa os limites do município e o autodidatismo, conquistando valiosos espaços na academia e nos palcos do país inteiro: é o tempo de Sandoval, Gilvando, Roberto e muitos outros que permanecem brilhando, mas, ao mesmo tempo, abrindo espaço para uma nova safra.
Casado com a conterrânea Josefa Francisca dos Santos, dona Zefa e o casal teve os seguinte filhos: Alex, Ana Nery, Anália, Iara Débora, Luiz Benedito Jr. Luiz Benedito nos deixou em um trágico acidente automobilístico próximo a Itaporanga, onde vinha participar da abertura do sesquicentenário da padroeira de Itaporanga  e lançar seu CD, produzido e com arranjos do músico Radegundis Feitosa Costa. O corpo de Luiz foi sepultado, em meio a grande comoção, no Cemitério Mãe de Misericórdia.
O fato
Radegundis e seus companheiros de sexteto saíram de João Pessoa, onde residiam, para abrilhantar a festa da paróquia de Itaporanga com um show do sexteto de trombone, o grupo com o qual o instrumentista itaporanguense se apresentava nos mais importantes palcos do mundo.
Traria para sua terra o melhor e lançaria aqui mais um CD: acostumado aos aplausos das mais seletas platéias do planeta, queria também os aplausos de seus conterrâneos e ser grato à Igreja da qual ele e a maior parte do seu grupo eram frutos. Nasceram da Filarmônica Cônego Manoel Firmino, uma das obras culturais mais importantes do Padre José Sinfrônio de Assis Filho.
Os seis músicos dividiram-se em dois carros: Radegundis seguia na frente e com ele viajavam Roberto, Adenilton e Luiz Benedito, que já saiu de João Pessoa com o grupo. Ao passarem por Piancó, os músicos decidiram visitar um companheiro (o conhecido maestro Nêgo Lula) e nesse ínterim, o carro com a outra parte do sexteto passou: Sandoval, Rogério e Gilvando chegaram primeiro a Itaporanga e ficaram aguardando os colegas, mas o que chegou foi a notícia da tragédia:

“Nós chegamos a Itaporanga e ficamos esperando, foi quando soubemos que tinha havido o acidente, mas eu pensava que não era nada grave, e só quando cheguei ao local foi que me deparei com a tragédia, uma coisa que ninguém imaginava e até hoje eu custo em acreditar”, comenta Gilvando Pereira da Silva.

Um outro integrante do sexteto, conterrâneo e amigo de Radegundis desde o Ginásio Diocesano, Sandoval Moreno de Oliveira, além do tio Luiz, perdeu um companheiro da vida inteira e permanece profundamente abalado.

Ao passar pelo trecho da BR-361, que corta o sítio Roça de Cima, município de Piancó, já próximo ao limite com Itaporanga, Radegundis perdeu o controle do seu carro, um Citröen C4, placa NPT 5510, que saiu da pista e capotou violentamente, indo parar às margens da estrada, onde, em poucos minutos, foi consumido pelo fogo. Não houve sobrevivente: seus quatro ocupantes morreram carbonizados. Um deles, Luiz, foi arremessado para fora do veículo durante a capotagem, mas caiu próximo ao carro e também foi queimado.
A principal testemunha do acidente, um comerciante de Itaporanga, foi ouvido pelo delegado de Piancó, José Pereira, um dia após o acidente. Conforme o delegado, o homem disse que trafegava a 130 quilômetros quando foi ultrapassado pelo carro dos músicos e, minutos depois, deparou-se com a tragédia: o veículo sendo consumido pelo fogo e fora dele um corpo também tomado pelas chamas. Populares ainda tentaram socorrer o homem com extintores de incêndio, mas ele não resistiu.
De acordo com o delegado, outras pessoas que passaram pelo local minutos depois do acidente disseram ter visto jumentos nos arredores, o que reforça a hipótese, segundo Dr. Pereira, de que o músico perdeu o controle do carro ao tentar desviar de um animal.
A testemunha também disse ter ouvido gemidos provenientes de dentro do veículo, mas não havia como prestar socorro às demais vítimas por causa, segundo ele, da grande intensidade do fogo e da rapidez com que as chamas se propagaram, destruindo o carro e tudo que estava dentro dele em poucos minutos. Mas alguns objetos dos músicos, que caíram do carro antes da combustão, foram recuperados: um laptop de Radegundis, um trombone do grupo e uma quantia em dinheiro de Luiz foram recuperados. E tudo mais terminou em cinzas.
Os corpos dos músicos ficaram desmontados e ficaram irreconhecíveis. Levados para o Instituto de Medicina Legal de João Pessoa, precisaram passar por exame de arcada dentária para serem identificados e depois entregues às famílias. Dos três itaporanguenses, dois, Luiz e Roberto, foram sepultados em Itaporanga. Radegundis foi cremado em um crematório de Cabedelo e as cinzas jogadas ao mar. Já Adenilton foi sepultado em Igaracy, sua terra.
Luís Benedito de Oliveira nunca chegou a ser eleito vereador, mais assumiu uma cadeira na câmara, no dia 11 de fevereiro de 1989, a câmara concedeu “licença”, para tratamento de saúde, por 120 dias, ao vereador Carlos Alberto Ferreira, assumindo o seu lugar, o 1°. suplente do PDS, Luís Benedito de Oliveira (Seresteiro das antigas que morreu em acidente quando chegava em Itaporanga para as comemorações do sesquicentenário da paróquia). Nessa ocasião era prefeito, pela primeira vez, o Sr. Will Rodrigues, que tinha Vanduí Soares de Araújo, como vice-prefeito.
Luís Benedito apresentou “moção de congratulações” à ASFITA pela inauguração de sua sede social, localizada, em Manaíra, na Capital do Estado. É dele também o Projeto de Lei aprovado pela câmara, na sessão do dia 28 de abril de 1989, denominando de Rua Antônio de Louro, a travessa de acesso às Avenidas Pedro Américo e 13 de Maio (antigo Beco das Pedras).
* * *
Djacyr Cavalcante de Arruda ainda era um jovem de apenas 31 anos de idade quando o presidente Jânio da Silva Quadros o distinguiu com o cargo de Governador do Território Federal do Rio Branco, hoje Roraima, ficando no cargo, de 20 de março a 02 de setembro de 1961, data em que renunciou ao cargo porque o Chefe da Nação abandonou o poder.
Luis Gonzaga Costa trabalhou para o governo do estado da Paraíba, como Auxiliar Administrativo no Colégio Estadual do ABC, de 12 de agosto de 1974 a 20 de março de 1977.
Em 1989, o vereador José Joaquim da Silva apresentou e a câmara aprovou Projeto de Lei, criando a “Tribuna Livre”, a fim de que as pessoas da Comunidade, física e jurídica pudessem usar a palavra, durante as sessões.

1º de março – Aconteceu em Itaporanga

01 mar

1º de março – Aconteceu em Itaporanga

 
A PARÓQUIA
A vila prosperou de tal modo que no dia 02 de agosto de 1859, era lido na Assembléia Provincial da Parahyba do Norte o ofício do Bispo de Olinda, Dom João da Purificação Marques Perdigão, comunicando o seu assentimento em elevar a capela de Misericórdia ao termo de Matriz, o que deu ensejo ao presidente da província, Luiz Antonio da Silva Nunes, em sancionar, no dia 11 de julho de 1860, a lei nº. 05, que criava a paróquia de Nossa Senhora da Conceição em Misericórdia. Àquela época, reinava como Sumo Pontífice o Santo Padre o Papa Pio IX. Portanto, a paróquia precedeu a emancipação política e a instalação da vila.
Como capela, tínhamos como padroeira Nossa Senhora do Rosário, que era a grande devoção naquela época à Santa Mãe de Deus. Em 1860, porém, uma outra devoção a Nossa Senhora ganhava corpo: se espalhava por todo o mundo Católico o Dogma da Imaculada Conceição de Maria, proclamado em 1850 pelo Papa Pio IX. Com a instalação da Paróquia, em 11 de julho de 1860, a devoção à Imaculada Conceição foi levada à Matriz, que passou a ser Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição (foi mudado o nome da Igreja do Rosário). 
A imagem da padroeira é detalhada com folhas de ouro e esculpida em madeira maciça. Não se sabe ao certo a data de sua chegada, mas encontra-se embaixo do pedestal da imagem um escrito que data o tempo de sua criação e o nome do seu escultor: o pernambucano Manoel da Silva Amorim, que a confeccionou no ano de 1859, diz a inscrição.
Corria o ano de 1874, passados 34 anos depois de operados as obras de construção da 1ª Matriz (Igreja do Rosário), quando se pensou em erigir o segundo templo nesta Paróquia. A frente deste empreendimento estava Frei Antônio Honorato, que com grande esforço tomou para si a responsabilidade de iniciar esta obra. No ano seguinte, apresentou-se para continuar os trabalhos Frei Herculano e, em 1876, Frei Herculano deu tamanho impulso à construção que deixou esta a altura de 40 palmos. Devido à seca que assolou nosso sertão, em 1877, os trabalhos foram paralisados pela inclemência do tempo, o vigário foi obrigado a se retirar da cidade havendo por isso um atraso lamentável no bom andamento destes serviços.
Só então em 1918, o Padre Joaquim Ludjero Pereira Diniz (Padre Diniz), vigário da Paróquia, fez com que prosseguissem os serviços de construção, Frei Martinho que, com exigência e força de vontade quis que os trabalhos se projetassem dentro de uma nova planta que havia trazido da Alemanha. Executando a construção mediante sua orientação, tendo como mestre de obras o Sr. Sebastião Ferreira da Silva, homem entendido na arte e que já havia trabalhado anteriormente no Recife, sendo seu auxiliar o Sr. Luiz Leite Guimarães. Ainda sem torre, mas já feita à limpeza externa, lateral e interna, a nova Matriz foi benta pelo Bispo Diocesano D. Moisés Sizenando Coelho, em 15 de Novembro de 1923. A Igreja do Rosário voltou a ter seu nome de origem Igreja de Nossa Senhora do Rosário.
A torre da igreja foi concluída em 1942, pelo pároco Padre Manoel Firmino, que comprou o relógio que ainda trabalha perfeitamente marcando as horas para os Itaporanguenses; na cidade de Juazeiro do Padim Cíço, no Ceará, por 17 contos de Reis. O único itaporanguense, que por muito tempo, consertava o relógio era o cego Edson Leite Guimarães (Ti Dissom) que guiado por sua esposa, Dona Elisa, que o conduzia da sua residência, na Rua Marechal Deodoro da Fonseca (Beco do Fosco), até a escada que leva a torre da igreja, e de lá, ao relógio.
O Padre José Sinfrônio, que aqui chegou em 03 de março de 1955, para assumir a paróquia, oriundo de Cajazeiras, recém-formado, foi designado pelo bispo Dom Zacarias Rolim de Moura. A solenidade de posse contou com a participação de Padre Luiz Laíres da Nóbrega (pároco da cidade de Piancó), o qual foi delegado para dar-lhe a posse. Era a 1ª sexta-feira do mês de março e a igreja estava cheia de fieis, apesar de não se fazer presente nenhuma autoridade local. 
Numa segunda-feira, 1º de agosto de 1955, contando, como sempre, com a boa vontade e entusiasmo do povo do católico e com vistas ao 1º Centenário da paróquia, Padre José iniciou as trabalhos de ampliação da nova matriz, que foi aumentada para trás, em 16 metros, foram trocados os janelões, que eram de madeira, por vitrais bem maiores e, construído um novo altar mor, onde se vê um afresco, pintado pelo casal Makk; ele húngaro e ela uma africana, que fizeram várias pinturas pelo Brasil afora, como no Palácio do Governo do Pará e no Teatro e Catedral de Manaus.
No dia 04 de março de 1956, com apenas um ano que assumiu a Paróquia de Itaporanga, Padre Zé cria a Escola Paroquial São Domingos Sávio que contava com 08 alunos e tinha como professora Maria Nazaré Lima (Nazaré Lau), essa escola foi o ponto de partida para, anos depois, ser construído o Ginásio Diocesano. Em 29 de junho do mesmo ano, ele fundou a Cruzada Eucarística Infantil (CEI), com a participação de 12 crianças (06 meninos e 06 meninas), tendo como coordenadora a professora Maria Ivonete Vieira.
O Hospital Regional de Itaporanga foi iniciado pelo prefeito Dr. Praxedes Pitanga por volta dos anos 50. Mais tarde, o Dr. João Franco da Costa entregou-se de corpo e alma aos trabalhos de construção do hospital, que estava parada há anos e, justamente com o Dr. Balduíno de Carvalho, convidou Padre José Sinfrônio para assumir a direção dos trabalhos, tendo por tesoureiro o Sr. Sebastião Rodrigues, escolhido pelo próprio Padre Zé. Nosso pároco permaneceu à frente dos trabalhos até o dia 20 de abril de 1959.
Nas comemorações do Centenário da Paróquia, em 1960, no dia 11 de julho, precisamente as 14h30, foi lançada a pedra fundamental do Ginásio Diocesano (atual Colégio Diocesano Dom João da Mata), outra grande obra do nosso vigário.
No dia 6 de setembro de 1965 era criada “A Banda Filarmônica Cônego Manoel Firmino”, um sonho de Padre Zé, que muito contribuiu para a formação de jovens itaporanguenses, a exemplo do trombonista de renome internacional, primeiro Doutor em Trombone do Brasil, o nosso imortal, Radegundis. O instrumental foi adquirido pelo esforço do Senhor Sinval Mendonça, prefeito na ocasião. O que estava em condições precárias, na Prefeitura, do tempo da filarmônica criada por Abraão Diniz, com a aprovação da Câmara Municipal, o prefeito fez a doação. O instrumental foi recondicionado em Recife no “Clarim Pernanbucano”. No dia 07 de setembro de 1966, em frente à casa paroquial, o Padre José Sinfrônio de Assis Filho benzeu os instrumentos. O prefeito Sinval Mendonça entregou a batuta ao maestro que regeu o dobrado “Dois Corações”, que terminou com os aplausos da multidão. 
Mas o sonho maior de Padre Zé, ainda não tinha sido realizado. A estatua do Cristo Rei, feita com esmolas dos fiéis e que começou a ser erguida na Serra do Recanto em 1985 e foi finalmente inaugurada no dia 26 de novembro de 2000. A história do monumento ao Cristo Rei tem origem no ano de 1955, quando da chegada do padre José Sinfrônio de Assis Filho a Itaporanga, que na época era uma das cidades mais violentas do estado devido principalmente a uma rixa entre duas famílias locais. Padre Zé, vendo isso, além da seca que assolava a população, faz uma promessa, que se aquela situação se acabasse construiria um monumento ao Cristo, como há em sua cidade natal, Cajazeiras. Ele alcançou seu desejo e, algum tempo depois, começou a construir a estátua, inaugurada a 26 de novembro de 2000, na festa de Cristo Rei.
Passados seis anos de ver seu grande sonho realizado, no dia 19 de setembro de 2006, por volta do meio dia, os sinos repicaram, a anunciar que era terminada aqui na terra, a grande tarefa do nosso maior benfeitor, Padre Zé nos deixou e seus restos mortais foram sepultados na base da imagem do Cristo Rei, se juntando o Criador a sua Criação.
 
Os 100 anos de Paróquia: dia 11 de julho de 1960
Foi organizada a seguinte programação para celebrar o centenário da Paróquia:
a)Às 05 horas da manhã, salva de 21 tiros;
b)Repicar festivo dos sinos; 
c)Uma crônica, intitulada Desperta Paróquia Centenária, lida em amplificador de som local (difusora);
d)Às 06 horas, Missa pelos fiéis falecidos da Paróquia nestes 100 anos;
e)Às 09h30, Missa celebrada pelo Reverendíssimo Padre Luis Gualberto em Ação de Graças;
f)Às 14h30, foi lançada a pedra fundamental do Ginásio Diocesano (atual Colégio Diocesano Dom João da Mata), onde fizeram uso da palavra Padre Zé, o Padre Luis Gualberto, o acadêmico Paulo Soares e o representante do prefeito em exercício Francisco das Chagas Soares;
g)Às 16h, houve um pequeno desfile pelas principais ruas da cidade que terminou em frente à Igreja Matriz às 18h, onde foi rezado o Angelus, com o canto da Ave Maria por Evanina Chaves. Logo depois, pronunciaram-se o Dr. Francisco Neves Brasileiro e a Senhora Pulqueria Pinto (Quesa Pinto). Em seguida, houve a coroação da imagem de Nossa Senhora.
Por causa das festividades do Centenário de Instalação da Paróquia, no ano de 1960, a imagem foi substituída por outra. Tal substituição se deu no mês de Maio de 1960. No entanto a nova imagem não era a de Nossa Senhora da Conceição, mas sim de Nossa Senhora da Assunção, esculpida em madeira, por um português que morava na cidade do Rio de Janeiro e nos foi doada pelo industrial, Francisco Teotônio Neto. No dia 10 de agosto de 1984, Frei José Maria Verçosa Bezerra, vigária da paroquia, esclareceu a comunidade sobre o equívoco de 24 anos atrás e, com permissão do então Bispo de Cajazeiras, Dom Zacarias Rolim de Moura e a concordância da comunidade paroquial, a antiga imagem voltou a ser colocada no altar. A hora exata da mudança foi às 15h30 e a imagem de Nossa Senhora da Assunção permanece hoje na Igreja Nossa Senhora do Rosário.
Já em 2010, o Padre Cláudio Barros Praxedes, atual Pároco de Itaporanga, também com grande solenidade, celebrou a festa do Sesquicentenário Paroquial. As festividades foram precedidas de peregrinação da Imagem da Padroeira pelas Paróquias criadas a partir da Paróquia de Itaporanga, além de novenário festivo, para cujas celebrações foram convidados os Párocos de Pombal e Piancó, paróquias-mãe da Paróquia de Itaporanga. Nesse tempo, estava à frente da Diocese de Cajazeiras o Senhor Bispo Dom José Gonzalez Alonso, e como Sumo Pontífice o Santo Padre o Papa Bento XVI.
Do Livro Se Essa Rua Fosse Minha – volume I
Paulo Rainério Brasilino

09 de fevereiro – Aconteceu em Itaporanga

09 fev

 

09 de fevereiro – Aconteceu em Itaporanga

 
Um povo sem história é um povo sem memória

O GRANDE HOTEL

Pitanga pensava grande; bem perto do enorme mercado público, mandou construir o Grande Hotel, para que os feirantes que vinham das cidades próximas e aqui tivessem que pernoitar, encontrassem o conforto e o aconchego de uma ótima pousada. O grande Hotel era majestoso e famoso por pessoas ilustres que lá se hospedaram. Quem por muito tempo administrou o hotel foi Dona Anália, é tanto que ela ficou conhecida como Anália do Hotel. 
 
Os fofoqueiros de plantão contam que uma sexta-feira, já quase meia noite, aparece um feirante no hotel e que estava com muita fome, então ele pediu a Dona Anália que lhe fritasse uns ovos, ela pediu desculpas ao homem dizendo: – Os ovos estão em falta. Mais se o senhor quiser, no lugar dos ovos eu passo um cafezinho bem quentinho…
 
O hotel foi também palco de um bárbaro crime; mataram Herculano Pereira (Cula), que ali residia na véspera de seu casamento; o crime dizem que foi encomendado a um pistoleiro pela família Paulo, que era inimiga da família de Herculano. Essa briga perdurou até o final da década de oitenta, o que levou a fama de Itaporanga, como uma cidade violenta, a atravessar as suas fronteiras. Servia de gozação, tinha quem se benzendo dizia: – Piancó Conceição e Misericórdia… Quando, no final da década de 70, estudando em Natal, escutei muitos dizerem: Você é da terra que matam um na sexta e deixam o outro, já amarado, para morrer no sábado? Misericórdia! Mas, graças a Deus, são tempos passados. A violência que hoje impera em Itaporanga e em todo o vale é por outros motivos, que não são intrigas de famílias e nem crime “para lavar a honra”.
 
O hotel hospedou muita gente importante, alguns políticos e outras pessoas da sociedade, um dos últimos hospedes ilustres foi o delegado João Barbosa, pai de Ana Sandra Olinto, neta de Arizim.
 
Mais um pedaço de nossa história, que não foi “tombada” e sim, “ruiu” em nome do desenfreado progresso e da especulação imobiliária aqui existentes. Continuando deste jeito pouco ou nada teremos a mostrar aos nossos descendentes. Um povo sem história, sem memória e com pouca ou nenhuma cultura. Isto é Itaporanga, há quem um dia chamaram de “Pedra Bonita”, a “Rainha do Vale do Piancó”.

Fonte: PORTAL DO VALE.

 

No dia 29 de Janeiro

30 jan

29 de janeiro – Aconteceu em Itaporanga

 
Nesse dia em 1955, o Bispo Diocesano Dom Zacarias Rolim de Moura nomeou reitor do seminário o pároco de misericórdia, Padre Luiz Gualberto. Vaga a paróquia, o Sr. Bispo preencheu com o reverendíssimo Padre José Sinfrônio de Assis Filho que exercia as funções de Chanceler da Cúria Diocesana. 
Em 1978 a Câmara aprovou Projeto de Lei, revogando a denominação de Antônio Pereira Caiana (Projeto nº. 07/77, de propositura do Vereador Manoel Caina), dada, à Rua 13 de Maio e fazendo voltar o seu nome tradicional, ou seja, Rua 13 de Maio, a volta do nome tradicional daquela artéria urbana, deu-se por exigência dos moradores, capitaneados, pelo acadêmico de direito, Jurandir Eufrausino, que, na reunião, usou a tribuna e agradeceu aos Vereadores a volta do antigo nome daquela rua. (Livro de atas n°. 03-págs. 55v/57.
 

24 de janeiro – Aconteceu em Itaporanga

24 jan

24 de janeiro – Aconteceu em Itaporanga

Abdon Leite, foi nomeado por Antônio Alfredo da Gama e Mello, Presidente do Estado da Paraíba (governador), para o cargo vitalício de Escrivão do Crime Civil, Júri e Ameaças do Termo de Misericórdia, em 24 de janeiro de 1898. Tendo sido o único candidato que se habilitou na prova do concurso geral para preenchimento dos referidos Ofícios.
Abdon Leite Guimarães: Os de sua geração e aqueles das gerações que se seguiram o conheciam apenas por Major Abdon, patente que era atribuída àquelas pessoas de mais destaque na vida de cada comunidade, tanto no século 19 como em épocas passadas. E Abdon Leite da Costa Guimarães foi uma das personalidade marcante na vida de Misericórdia, primeiro pela sua reconhecida capacidade intelectual e o seu vasto conhecimento humanístico e, ainda, pelas posições que ocupou naquela que é hoje a mais importante cidade do Vale do Piancó.
Abdon Guimarães nasceu na vila de Misericórdia Velha no dia 24 de novembro de 1870. Era filho de Pedro da Costa Guimarães e de Inácia Leite, sendo o quarto de urna família de nove irmãos. Ainda jovem, com apenas oito anos de idade, transferiu-se na companhia dos pais de sua terra natal para a cidade de Triunfo, no Estado de Pernambuco, matriculando-se no Colégio Salesiano lá existente, onde adquiriu urna sólida base intelectual, inclusive noções de latim e francês, conhecimentos que lhe foram de grande valia na sua formação profissional.
O seu avô materno era português da cidade de Guimarães, e membro de uma tradicional família, possuidora de armas e brasão. Veio para o Brasil acompanhado de dois irmãos, fixando residência em Recife, capital de Pernambuco, onde se iniciou no comércio de gado. Como aquela atividade mercantil não estava lhe destinando os lucros esperados, resolveram os três, aconselhados por um amigo, viajar pelo sertão nordestino a procura de um pouso mais tranquilo e lucrativo. A escolha terminou recaindo sobre a Vila de Misericórdia, que se fazia próspera e importante em toda a região.
Já com residência fixa no Vale do Piancó, o avô do major Abdon casou-se com urna integrante da família Leite, uma das mais prestigiosas do sertão paraibano. Um dos seus filhos, de nome Pedro, tornou-se professor e, por concurso, conquistou o direito de fundar urna escola em Misericórdia, que se tornou um dos primeiro estabelecimento de ensino da cidade, sendo responsável pela formação cultural da maioria dos jovens de sua época.
Mirando-se no exemplo do pai, Abdon Guimarães notabilizou-se pela sua reconhecida bagagem cultural e integridade moral, qualidades que o levaram a se tornar o primeiro Tabelião Público de Misericórdia, o que o transformou num consultor de advogados, juizes e promotores que por dezenas de anos habitaram a Comarca de Misericórdia e distribuíram justiça por todo o Vale do Piancó
Abdon Leite da Costa Guimarães casou-se aos 24 anos de idade, com Maria Amélia de Souza, com quem teve nove filhos. Ficou viúvo ainda jovem e terminou casando-se em segundas núpcias com Capitulina Celina de Souza. O casal teve três filhos. Quando faleceu no dia 06 de abril de 1956, o major Abdon havia se tornado uma das figuras mais queridas e admiradas de Itaporanga, não só por sua elegância e o seu cabedal de conhecimentos, mas pelo exemplo de dignidade que pode legar as gerações de itaporanguenses que se seguiram.
Abdon Leite, foi nomeado por Antônio Alfredo da Gama e Mello, Presidente do Estado da Paraíba, para o cargo vitalício de Escrivão do Crime Civil, Júri e Ameaças do Termo de Misericórdia, em 24 de janeiro de 1898. Tendo sido o único candidato que se habilitou na prova do concurso geral para preenchimento dos referidos Ofícios. Em 25 de maio de 1904, o Desembargador José Peregrino de Araújo, então presidente do Estado da Parahyba o nomeia, como cargo vitalício, Oficial do Registro Geral de Hipotecas da Comarca de Misericórdia…
Do Livro: Se Essa Rua Fosse Minha – Volume I
Paulo Rainério Brasilino
* * *
Em 24 de janeiro de 1931, com 20 anos de idade, a jovem Elvira, casa-se com o Major Crizanto, tornando-se dona Elvira Gonçalves Crizanto.
No dia 24 de janeiro de 2013, às 20h45, a missionária Ivy Anita Dyer, de 89 anos, recebeu sua chamada celestial, em sua residência em Patos. Irmã Ivy deu uma grande contribuição ao evangelho no Vale do Piancó, fazendo constantes visitas a igreja em Itaporanga e tinha pelos jovens um grande carinho, especialmente a Sâmara, neta de Pirambeba.
                                                                                                     Fonte: PORTAL DO VALE

 

21 de Janeiro Aconteceu em Itaporanga

21 jan

 
 

21 de janeiro – Aconteceu em Itaporanga

Restaurada por força do Decreto número 641, de 21 de janeiro de 1935 a Comarca de Itaporanga, que foi criada pela Lei número 92, de 26 de dezembro de 1898, mas foi extinta poucos meses depois, de acordo com a Lei número 24, de 07 de novembro de 1899, sabendo-se que nesse período de inexistência as causas e feitos de interesse dos moradores de Misericórdia eram resolvidos na Comarca de Piancó.

De segunda entrância, a jurisdição da Comarca de Itaporanga abrange hoje os termos de Itaporanga, Boa Ventura, Diamante, Serra Grande, São José de Caiana, Pedra Branca e Curral Velho (antigos Distritos que constiuiam o Município de Misericórdia, hoje Itaporanga, a “Rainha do Vale do Piancó”).

A justiça de Itaporanga conta hoje, no fórum denominado de João Espínola Neto, com 3 varas e Promotoria/Curadoria cujo prédio e uma homenagem a Promotora Edilma Cavalcante Leite Olympio. Também conta com o trabalho de 12 Oficiais de Justiça, além de outros serventuários.

O Poder Judiciário da Comarca de Itaporanga conta, ainda, com o auxilio da 13º Batalhão de Polícia Militar (antiga 3ª Companhia de Polícia Milita), que tem um efetivo de 344 homens, sendo 33 GMR e possui 44 viaturas, entre motos e veículos e da 13ª Delegacia Distrital de Polícia Civil (antiga 6ª Delegacia Regional de Polícia Civil), que abrange a área da Região Metropolitana do Vale do Piancó, mais as cidades de Emas e Catingueira.

* * *

A sede da Associação dos Municípios do Vale do Piancó funciona em nossa cidade desde sua criação, em janeiro de 1981, tendo como seu primeiro presidente, o prefeito de Itaporanga, Manoel Marleno Barros, que dirigiu a associação 21 de janeiro de 1981 a 28 de abril de 1982.

O itaporanguense José Alves Sobrinho, quando era prefeito de Nova Olinda, foi o oitavo a administrar a associação e seu mandato foi do dia 21 de Janeiro de 1993 a 21 de janeiro de1995, Zé Alves é irmão da primeira mulher eleita Reitora da UEPB, Marlene Alves.

Foto de Paulo Rainério Brasilino.
Rey Auca
Rey Auca Beleza! Repasso…

………………………………………………………….. “A Tatão e Perpétua, oferece LUIZ AUGUSTO, João Pessoa,…
ONTEMEHOJE.ITAPORANGA.NET
Neto Ferreira João
Neto Ferreira João Parabéns a você, por vir prestando relevante serviço de natureza Cultural e reunindo documentos, que, nos dar gosto de vê e ler!

Saudades!

21 jan

De repente ela vem !
Uma música, um cheiro, um lugar, uma palavra.
Levam-nos ao resgate
E faz levantar a saudade.
Faltou dizer muito mais: 
Velho eu te amo!
Faltaram mais abraços,
Mais conversas,
Mais emoções,
Nessa vida física
Que mais parece um sonho,
E “escorre” pelas mãos.
Faltou o perdão.
O esquecimento de palavras vãs
O dito que não era para ser dito
O não dito que era para ser dito.
Resta a saudade!
Mas a certeza do reencontro
Morte, só a do corpo .
E chega logo, pois o tempo é ilusão.
E vou dizer:
OBRIGADO POR TER SIDO MEU PAI.
Saudades Ademar Augusto
Amo você de todo o meu coração.

Diga e abrace meu amigo!
O dia ninguem sabe.

Foto de Rey Auca.
Comentários
Tarcisio De Alexandria Leite
Tarcisio De Alexandria Leite O Grande comunicador Ademar, saudades e boas lembranças dos familiares e conterrâneos.

Ananias Conserva
Ananias Conserva Cidadão.decente

Raimundo Nonato Pinto Nonato
Raimundo Nonato Pinto Nonato Muito talento e simpatia caracteristicas peculiares do amigo Demar
Toda a familia augusto me dei por satisfeito com todos
Agora me deu a saudade

Gilmar Leite Pessoa
Gilmar Leite Pessoa Grande primo, que Deus o tenha aí seu lado.

Auridete Nunes
Auridete Nunes Grande homem. Itaporanga te agradece. Descanse em paz

Joao Dehon Fonseca
Joao Dehon Fonseca Um dos herois da microfonia de Itaporanga. Eu quero e peço aos vereadores de Ninha terra que eternizem o nome de Crispim Pessoa e do seu maior aluno Ademar Augusto.

Auta Guimaraes Auta Maria
Auta Guimaraes Auta Maria Saudades deste homem Ademar Augusto, parabéns pela bela poesia.

Rey Auca
Rey Auca Pois é Rosilma. Partiu fora do combinado. Muito de nós faz isso.

Descurtir · Responder · 1 · 23 h · Editado
Francilda Araújo
Francilda Araújo · 47 amigos em comum

Um dos grandes comunicadores de Itaporanga.

O Mês é Junho – Jornal Correio da Paraíba- 29 de Dezembro de 2000

18 jan

    Relembrando II ADEMAT REPÓRTER FRANCISCO JOSÉPENSE PASSADO SEMPRE PRESENTE NA VIDA DA GENTE.

  • O Mês é Junho – Jornal Correio da Paraíba- 29 de Dezembro de 2000
  • COLUNA VALE DO PIANCÓ – DA SUCURSAL
  •  ADEMAR AUGUSTO


…………………………………………………………………………………………………

MUDANÇAS NO VALE

  • As três principais cidades do Vale do Piancó vão passar por modificações profundas nos seus quadros diretivos a partir de janeiro de 2001, quando assumirão os novos prefeitos eleitos nas eleições de outubro passado. Em Conceição Itaporanga e Piancó as prefeituras foram conquistadas pelos adversários de Rômulo Pires, Kátia Pinto Brasileiro e Gil Galdino, resultados que surpreenderam os mais experientes políticos de região que não esperavam por semelhante revés, até porque os três houveram muito bem durante os quatro anos de seus mandatos.
  • O Prefeito de Conceição notabilizou-se pela politica de equilíbrio financeiro, construção de grandes obras e a realização de eventos de envergadura; Katia Pinto Brasileiro manteve em sai os compromissos da prefeitura, o pagamento do funcionalismo e construiu e recuperou dezenas de escolas de ensino fundamental. Em Piancó, Gil destacou-se  na área de saúde  com a implantação de um consórcio  que passou a atender  a pacientes de todo o Vale do Piancó, mediante  a assinatura de convênio  com as prefeituras.
  • Quanto aos novos prefeitos que assumirão em primeiro de janeiro, dois passaram pelas prefeituras dos seus respectivos municípios. WILL RODRIGUES, em Itaporanga e EDVALDO LEITE DE CALDAS, em Piancó. O de Conceição, no caso de ALEXANDRE BRAGA, é um jovem político sem grandes experiências administrativas. Dele se espera a volta de uma política assistencialista, própria de sua família, que sempre procurou atender ás pessoas individualmente, o que tem lhes proporcionado uma longa convivência com o poder.
  •  A esta altura dos acontecimentos, faltando menos de 10 dias para a posse dos eleitos, são intensos os comentários nas três cidades sobre os nomes que irão cargos no primeiro e segundo escalões das prefeituras, falando-se até na criação de novas secretarias para acomodar compromissos de campanha, o que poderá ser dificultado pela Lei de Responsabilidade Fiscal que deverá conter o ímpeto de promoverem gatos excessivos com a folha de pagamento do funcionalismo, não podendo ir além do limite estabelecido pela LRF.
  • ………………………………………………………………………………………………………………………….
  • UMAS A OUTRAS
  • ……………………………………………………………………………………………………………………
  1. Como faz todos os anos, a médica Maria da Graça Gaspar largou todos os seus afazeres em Salvador, na Bahia, onde reside há 25 anos e está em João Pessoa para os festejos de final de ano, na companhia dos filhos irmãos e outros parentes.
  2. A chuva que caiu em João Pessoa, recentemente, não permitiu a realização da festa programada pela Associação dos Filhos de Itaporanga para a noite do sábado, que seria animada por RADEGUNDES FEITOSA e a sua banda. O presidente LUIZ COSTA lamenta o imprevisto e promete um calendário cheio de eventos para os meses de verão. Na noite da última sexta-feira, na sede de Maneira, a diretoria da ASFITA fez a sua festa confraternização.
  3. Todos os prefeitos, vices, vereadores e suplentes da 33º Zona Eleitoral, sediada em Itaporanga, foram devidamente diplomados e já estão tratando de escolher ou confirmar os seus auxiliares mais diretos, já que a maioria deles foi reeleita. A maioria vai aproveitar os festejos do ano novo e tomar posse.
  4. Will Rodrigues, por exemplo, já escolheu convidou e anunciou parte do seu secretariado. Com a Secretaria da Administração ficará ALDIBERG ALVES; com a Saúde ANTONIO LISBOA DE ARRUD; com a Educação JULIA MENDES DE SOUSA; com as finanças, JOSÉ BRUNET; Obras Urbanismo, JARDELINO BERBARDINO PINTO BRANDÃO NETO (Dedé) e o Hospital Infantil serão dirigidos por SHEILA CARVALHO, filha de MANUEL E TEREZINGA MAIA.
  5. A festa de Conclusão da 8º Série da Escola “Débora Duarte” foi organizada pela Itaporanguense Maria do Socorro Alventino, presidente do Conselho da Escola, tendo como paraninfo o universitário DJACI BRASILEIRO JUNIOR, e como homenageados o DEPUTADO DJACIR BRASILEIRO, e a prefeita KÁTIA LUCIA PINTO BRASILEIRO, como, também, os jornalistas JOÃO BOSCO GASPAR E MARIA DE FÁTIMA GASPAR.
  6. Também, a sucessão na Câmara Municipal de Itaporanga está praticamente definida com a candidatura única do vereador JOSÉ PORCINO para a presidência da Casa de ADAUTO ARAUJO. O Vereador JOSÉ PEREIRA( Durvan) , que pretendia  a direção  do legislativo desistiu da luta.
  7. E por falar em Câmara Municipal, os integrantes da casa aproveitaram a última sessão do ano para fazer a entrega de títulos de cidadão de Itaporanga a várias pessoas que se destacaram na prestação de serviços aos itaporanguense.
  8. As autoridades policiais do Vale precisam apurar com profundidade a denuncia do padre DJACI BRASILEIRO, sobre a existência de um intenso consumo e tráfego de drogas da região, envolvendo pessoas importantes e prejudicando grande parte da juventude do sertão do Piancó.
  9. O casal Francisco e Lourdinha Leite fez a distribuição de duzentas cestas natalinas com famílias pobres residentes na Vila Mocó e outros bairros da periferia de Itaporanga. Os produtos foram enviados por seu filho EMÍLJO LEITE, que reside em São Paulo.
  10. O médico ERNANE DINIZ disse durante a sua diplomação, como Prefeito de Diamante, que pretende recolocar aquele município nos caminhos da paz e do desenvolvimento, procurar acabar com as intrigas e as brigas que tantos sofrimentos causaram recentemente ao povo do lugar.
  11. O Prefeito MARCILIO LOPES, que foi derrotado pelo seu Tio Judivan Lopes, afirmou que, tão logo deixe a Prefeitura de São José do Caiana, vai se dedicar á iniciativa privada, mas não se afastará da política, ajudando sempre aos seus amigos e correligionários do Vale.

…………………………………………………………………………………………………………………………………..

É DO PASSADO,

SEMPRE PRESENTE,

NA VIDA DA GENTE.

Relembrando Ademar Augusto I

16 jan

 

  • 10406774_509545302505729_3115940085123226544_nPENSE PASSADO SEMPRE PRESENTE NA VIDA DA GENTE.
  • O mês é Junho – Jornal Correio da Paraíba
  • VALE DO PIANCÓ – DA SUCURSAL
  •  ADEMAR AUGUSTO


………………………………………………………………………………………………………………………………………

A Iluminação do Vale

O Vale do Piancó é hoje uma das regiões  do Estado  com o maior número de projetos  de eletrificação  rural contratados  ou em fase de execução. Ainda recentemente vários sítios e fazendas da área foram incluídas no programa do governo. O deputado Djacir Brasileiro, com base no que fá foi feito no Vale, chega a afirmar que o governador José Maranhão é um dos maiores benfeitores do Sertão do Piancó, que tem um rio perenizado e as terras mais férteis do interior paraibano.

 

A chegada da energia elétrica á zona rural do Vale do Piancó tem contribuído de maneira significativa para o desenvolvimento econômico da região, contribuindo de maneira satisfatória para a execução de um dos maiores programas de irrigação do Estado, abrangendo centenas de hectares de terras de excelente qualidade ás margens do Rio Piancó, indo de Itaporanga até o município de Conceição, provocando o aumento do número de empregos e a melhoria da renda das famílias envolvidas com o projeto.

 

No entendimento de alguns especialistas , as ações desenvolvidas pelo Cooperar servem ainda para barrar o êxodo rural, que por muitos anos contribui para aumentar o cinturão de miséria das cidades de médio e grande portes. A Chegada da energia ajuda aos habitantes do campo, a conquistar uma vida mais confortável, passando a dispor de televisão, geladeira e outros equipamentos domésticos, o que os anima a permanecer no interior dos municípios, levando uma existência mais saudável e segura, longe da violência da zona urbana.

 

E é esse novo interesse pelo campo que animou a prefeita  Kátia Brasileiro a destinar  a moradores  do meio  rural 120  das 150 casas  que conseguiu  com o Governo  federal, através  do senador Ney Suassuna. As moradias  serão construídas  em alvenaria e vai beneficiar  famílias carentes que, em situação  normal, jamais  teriam  condições  de construir  ou comprar uma casa para si e sua família

……………………………………………………………………………………………………………………………………………………

UMAS E OUTRAS

…………………………………………………………………………………………………………………………………………..

1    Hoje é a segunda  noite de festa do São Pedro  em Itaporanga  que tem  reunidos milhares de pessoas do município e de cidades vizinhas já que neste final  de semana  está é a única  festa da região. Amanhã ,último dia de o promoção  da Prefeitura  de Itaporanga ,promete  superlotar a Avenida  Getúlio Vargas , no show de  Sirano  e Sirino.

2    O cantor Beto Barbosa queria sete mil reais adiantados  para se apresentar no Itaporanga clube. Não conseguiu  o que desejava  mas também não fez o show. Resultado: o São João do clube  foi cancelado  para a tristeza da  cidade.

3   O prefeito Fábio  Arruda conquistou um grande  reforço  para a sua pretensão  de continuar á frente  da  Prefeitura Municipal de Boa Ventura. O empresário Dudú Pinto  desistiu de concorrer pelo PMDB e passou a apoiar o seu nome. O candidato de oposição  é o ex-prefeito Antônio Henriques.

4   O padre Djacir Brasileiro , pároco  de Diamante e Boa Ventura, anda  revoltado com os prefeitos que gastam milhares de reais  com atrações caríssimas  para o São João e o São Pedro. Ele está distribuindo  panfletos  condenando a prática , onde afirma que esse dinheiro  poderia ser melhor empregado ,ajudando a combater a miséria  no Vale do Piancó.]

5    Todas as candidaturas á Prefeitura de Itaporanga já estão nas ruas, devidamente aprovadas em convecção  e postas á disposição  do eleitorado. São quatro os concorrentes  , mas a campanha será polarizada  mesmo por JOSÉ SILVINO E WILL RODRIGUES .O terceiro nome é o ex-vice-prefeito NOSMAM PAULO. O PT vai ás urnas  com o professor GERMANO SERTÃO

6    Confirmado o recapeamento das ruas de Itaporanga que vai começar mesmo nesta segunda fera dia 03 de julho e ficará pronto  em 15 dias. No mesmo período o Departamento de Estradas e Rodagens  vai recuperar  também a Redenção do Vale, iniciando pelo trecho Conceição-Itaporanga, segundo a promessa do governador José Maranhão.

7    O deputado Djacir Brasileiro defende-se das acusações de ser pouco assíduo aos microfones  da Assembleia Legislativa  dizendo que prefere usar o prestígio de seu mandato   para conseguir benefícios  para o Vale do Piancó . “Prefiro obras a discursos bonitos” – afirma.

8    A maioria dos habitantes  do Vale do Piancó , especialmente de Itaporanga, está se  programando  para assistir  na próxima  segunda-feira  dia 03, o programa de Tony Show , na TV Correio , quando  o nosso ALONSO FEITOSA estará  se apresentando  e lançando o seu novo CD. Que desta feita não falte energia  elétrica na cidade.

 

 


WP Facebook Like Send & Open Graph Meta powered by TutsKid.com.